Software de assistência a frio industrial e contratos
Avarias, manutenção planeada e visitas de conformidade num quadro, com o equipamento, as leituras e as peças no trabalho.

A paragem mede-se em mercadoria, não em horas
O frio é um ofício à parte porque o custo de uma avaria não é a reparação. Uma câmara num restaurante ou um móvel de venda numa loja tornam-se mercadoria perdida em poucas horas. Por isso a urgência manda e por isso o quadro tem de dizer em segundos quem chega primeiro.
Cada equipamento tem ficha, histórico e plano próprio
Um cliente não é um equipamento: é uma câmara, dois móveis, um abatedor e uma máquina de gelo, cada um com o seu gás, o seu modelo e as suas avarias. Quando a manutenção é levada por equipamento e não por morada, vê-se que máquina come as horas.
Gás, leituras e o registo que a norma exige
Este é um ofício regulado. Cargas, recuperações, testes de fugas e as leituras de cada intervenção têm de ficar registados por equipamento e poder ser mostrados. Uma ficha digital preenchida no telemóvel produz esse registo sem trabalho dobrado no escritório.

Contratos, urgências e a margem que não se vê
Uma carteira de manutenção parece rentável até se contarem as saídas noturnas que gera. Com horas, peças e deslocações anotadas por cliente e por equipamento, a renovação negoceia-se com números em vez de com sensação.
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A paragem mede-se em mercadoria, não em horas
A assistência ao frio é invulgar porque o custo de uma avaria não é a reparação. Uma câmara de restaurante parada três horas é uma encomenda deitada fora; um móvel de supermercado parado uma tarde é um corredor inteiro retirado. O cliente não compra uma reparação, compra tempo de resposta.
Isso muda a construção do dia: o plano de manutenção tem de existir, mas tem de poder partir-se em cinco minutos sem que ninguém perca o fio do que foi empurrado.
O equipamento, não a morada
A unidade deste negócio é a máquina. Um cliente com seis equipamentos não tem um histórico, tem seis, e normalmente só uma dessas máquinas faz metade das saídas.
Quando o histórico vive por equipamento, essa máquina aparece sozinha num relatório, e com ela a conversa comercial que propõe substituí-la em vez de a reparar pela quarta vez.
O registo de gás não é papelada, é a licença
Cargas, recuperações e testes de fugas são obrigatórios e pedidos por instalação, não por empresa. O que fica num caderno e é passado a limpo à sexta acaba com buracos, e os buracos aparecem exatamente quando alguém faz a pergunta.
Registá-lo no trabalho durante a intervenção não custa tempo ao técnico e deixa o processo pronto, sem a tarde de reconstituição que quase sempre chega tarde.
A segunda deslocação é onde se perde a margem
No frio, voltar por uma peça é normal e caro. Com o modelo, o gás e as leituras anteriores à frente, o técnico sai com a peça certa, e a percentagem de avarias resolvidas à primeira sobe sem contratar ninguém.
Contratos que parecem rentáveis
Uma carteira de manutenção julga-se pela avença e paga-se com saídas noturnas. Sem horas contadas por cliente, o contrato que gera quatro urgências por mês parece igual ao que não gera nenhuma.
O que verificar
O plano é levado por equipamento? Uma urgência entra sem partir o resto do dia? O gás e as leituras são registados na intervenção? A fatura sai do trabalho com peças, gás e deslocação?
Começar de graça
Uma empresa de duas pessoas trabalha de graça sem limite de tempo: planeamento, fichas digitais, aplicação móvel e relatórios incluídos.
Os módulos juntam-se com a carteira, cada um com um período gratuito até 55 dias: faturação para avenças e avarias, controlo de localização quando há várias carrinhas, portal do cliente quando as cadeias querem ver as suas intervenções.
As peças estão documentadas em separado: gestão de tarefas e despacho, aplicação móvel, fichas digitais, histórico de trabalhos, faturação e relatórios. Os preços estão na página de preços.
Perguntas frequentes
É possível levar a manutenção por equipamento e não por cliente?
Sim. Cada câmara, móvel ou máquina de gelo tem a sua ficha com modelo, gás e intervalo próprio, por isso as intervenções geram-se por máquina e o histórico lê-se por máquina, que é como se descobre a que consome as horas.
Como são geridas as urgências?
Uma avaria entra no quadro como urgência e vai para o técnico mais próximo com a certificação certa. O que empurra vê-se logo, por isso o escritório avisa o cliente afetado antes de ele ligar.
É possível registar as cargas de gás?
O gás carregado e recuperado é anotado no trabalho contra o equipamento, juntamente com os testes de fugas. Assim o registo por instalação constrói-se intervenção a intervenção em vez de ser reconstruído antes de uma auditoria.
O técnico vê o histórico no local?
Modelo, gás, últimas intervenções e peças instaladas viajam no trabalho e abrem-se no telemóvel. Numa cave de restaurante sem rede isso é a diferença entre diagnosticar e voltar noutro dia.
A aplicação funciona numa câmara frigorífica sem rede?
A aplicação para iOS e Android guarda o trabalho, as listas e as fotografias no aparelho e sincroniza à saída, o que é o habitual em câmaras, caves e armazéns.
Serve para uma pequena empresa de frio?
Equipas de duas pessoas ou menos trabalham de graça sem limite de tempo: planeamento, fichas digitais, aplicação móvel e relatórios incluídos. Os módulos pagos juntam-se quando a carteira cresce.
Quanto custa começar numa empresa de refrigeração?
O plano gratuito cobre até dois colaboradores de forma permanente e acima disso o preço é por colaborador por mês. Cada módulo pago tem um período gratuito até 55 dias.
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