Software de gestão de reboques para despacho e depósito
Chamados da polícia, remoções de propriedade privada, serviços de clubes automobilísticos e liberações do pátio em um único quadro, cada um com o seu relógio e as suas provas.

Quatro tipos de serviço, um só quadro
Uma empresa de reboque toca vários negócios ao mesmo tempo. Chamados da polícia, contratos com clubes automobilísticos, remoções de propriedade privada e atendimentos pagos na hora chegam por canais diferentes e são pagos em condições diferentes, mas disputam os mesmos guinchos. Tocada no papel e no rádio, essa mistura produz chamados perdidos e guinchos que passam ao lado de um serviço que poderiam ter feito.

Despacho que chega até o motorista
O intervalo entre atender o chamado e o guincho sair é onde as empresas de reboque perdem contratos. O software deve fechá-lo: a ordem nasce com o endereço, o veículo, o motivo da remoção e o destino, e cai na hora no celular do motorista.

Pátio, dias de estadia e liberação sem discussão
A estadia é onde está o dinheiro e onde estão as discussões. Cada dia em que o veículo fica parado precisa de comprovação, e cada liberação precisa de documento. O registro da ordem guarda a entrada, o estado do veículo e os papéis, de modo que liberar é uma consulta e não uma busca no arquivo.

Guinchos, turnos e os números por trás
Reboque é um negócio de frota com uma escala pendurada nele. A cobertura precisa acompanhar o volume de chamados, e o guincho que vive na rua precisa aparecer ao lado daquele que fica parado. Planejar turnos e registrar ordens em uma só plataforma resolve as duas coisas de uma vez.
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Por que reboque é mais difícil de programar do que parece
Reboque não tem previsão. O serviço aparece quando um veículo para de andar, quando um carro fecha uma área de carga ou quando um órgão liga, e nenhum desses eventos avisa antes. O que dá para controlar é a resposta: qual guincho sai, em quanto tempo chega e que provas voltam com ele. Um software de gestão de reboques só vale a pena se melhorar esses três pontos.
A dificuldade operacional é que uma empresa de reboque serve a vários patrões ao mesmo tempo. O trabalho para órgãos traz obrigações e penalidades. O dos clubes tem preço apertado e é medido pelo tempo de chegada. As remoções de propriedade privada dependem de documentação impecável, porque são justamente as mais contestadas. O atendimento pago na hora é o mais rentável e o mais fácil de perder para o concorrente que atendeu primeiro.
O despacho na ordem em que acontece de verdade
Receba o chamado como ordem de serviço
As informações que importam são coletadas uma única vez: onde está o veículo, qual é, por que será removido, para onde vai e quem paga. Registrar isso como ordem em vez de recado significa não repetir nada para o motorista, e o registro já existe quando chega uma consulta três semanas depois.
Mande o guincho capaz de resolver
A distância sozinha é um critério fraco para distribuir uma remoção. Equipamento, peso e tipo de remoção decidem juntos se o guincho conclui o serviço na primeira ida. A distribuição que considera capacidade além da posição é o que impede um chamado de virar dois.
Provas antes de o veículo se mover
As fotos do veículo antes do carregamento são a defesa habitual contra reclamações por avarias, e só servem se estiverem presas à ordem em vez de largadas na galeria de um celular. O mesmo vale no pátio, onde o estado na entrada vira a referência para tudo o que vem depois.
Estadia é um negócio de registro
A receita do pátio depende dos documentos. Os dias de estadia precisam correr de uma entrada comprovada, a liberação precisa mostrar quem retirou o veículo e sob qual autoridade, e a cadeia inteira precisa resistir a uma contestação meses depois. Um software que guarda entrada, fotos, papéis e liberação em um registro só transforma essa contestação em consulta.
Ele também protege o pátio do problema contrário: veículos que ficam parados por mais tempo do que qualquer um percebe, nunca faturados e nunca resolvidos, porque a anotação sobre eles estava em um quadro que foi apagado.
Medir uma operação de reboque com honestidade
Quatro números descrevem a saúde do negócio e todos saem do registro das ordens e não de uma planilha: tempo de chegada por cliente, remoções por guincho por turno, dias de estadia em aberto e receita por cliente. Assim que passam a existir por semana em vez de por mês, decidir sobre mais um guincho, sobre largar um contrato ou sobre mudar a escala deixa de ser discussão de impressão.
Escalas que combinam com os chamados
A demanda em reboque se concentra à noite, nos fins de semana e no tempo ruim, ou seja, exatamente onde a cobertura é mais difícil de montar e mais cara de errar. Montar a escala no mesmo sistema que registra os chamados deixa o padrão à vista, registra a hora extra enquanto ela acontece e mostra o efeito de uma mudança de cobertura nos tempos de chegada já na semana seguinte.
Começar no próximo turno
Não há migração a concluir antes. Os chamados entram como ordens, os motoristas trabalham pelo aplicativo e a trilha de resposta e de provas começa na hora. Empresas com dois funcionários ou menos ficam no plano gratuito de forma permanente, e os módulos pagos têm teste de até 55 dias, o que cobre um pico de temporada inteiro.
Perguntas frequentes
O sistema consegue tocar chamados da polícia e serviços particulares juntos?
Sim. Todas as origens ficam em um quadro só e cada ordem carrega a própria prioridade e as regras do cliente. Chamados de polícia e de acidente podem passar automaticamente na frente das remoções de rotina, de forma que as noites mais cheias não dependam da memória de quem está na central.
Como o motorista recebe um chamado?
Pelo aplicativo para iOS e Android. A ordem chega com o endereço, os dados do veículo, o motivo da remoção, o destino e as exigências do cliente. A mudança de status feita da cabine substitui o retorno pelo rádio.
Podemos fotografar o estado do veículo no carregamento?
Sim, pelos formulários digitais de serviço. Fotos, observações e assinatura são feitas no local e de novo no pátio, com marca de hora e presas à ordem. É esse registro que resolve as reclamações por avarias apresentadas dias depois.
O sistema controla os dias de estadia dos veículos recolhidos?
A hora de entrada é registrada na ordem no momento em que o veículo chega ao pátio, então a estadia passa a contar de um instante documentado e não de uma anotação em quadro branco. Os dados da liberação, inclusive quem retirou o veículo e com qual autorização, entram no mesmo registro.
Dá para ver onde está cada guincho?
Com o módulo de controle de local de trabalho, sim. As posições ao vivo mostram qual guincho está mais perto de um chamado novo e o que ele já leva. O módulo é pago e entra quando a frota já é grande o bastante para valer a pena.
Serve para uma empresa com um ou dois guinchos?
Serve. Equipes de duas pessoas ou menos usam o plano gratuito sem limite de tempo: escala de turnos, formulários digitais, aplicativo e relatórios estão incluídos. Módulos pagos como controle de localização, faturamento e portal do cliente entram depois.
Como o preço é calculado para uma empresa de reboque?
O plano gratuito cobre até dois funcionários de forma permanente. Acima disso o preço é por funcionário ao mês, e cada módulo pago tem teste gratuito de até 55 dias, então um trimestre inteiro de remoções passa pelo sistema antes de qualquer compromisso.
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