Software de manutenção de elevadores e assistências
Manutenção planeada, assistências e desencarceramentos num quadro, com o histórico do aparelho, a lista e as peças no trabalho.


Um negócio de contratos interrompido por emergências
A manutenção de elevadores vende-se como calendário e executa-se contra interrupções. O contrato diz que cada aparelho é visitado com um intervalo; o dia diz que há uma pessoa presa no quarto andar. Os dois têm de caber no mesmo quadro, senão um come o outro.
O aparelho tem história, e essa história é o trabalho
Um elevador é um equipamento com número, fabricante, ano, tipo de manobra e uma lista de avarias repetidas. O técnico que chega de madrugada resolve muito mais depressa se vir as três últimas visitas e a peça trocada em março.

Listas, assinaturas e o processo que o inspetor pede
Este é um ofício com inspeção. O que conta não é só ter feito a manutenção, é poder provar um ano depois que aconteceu, quando, por quem e com que resultado. Uma ficha digital assinada no telemóvel produz esse processo sem trabalho de escritório.

Contratos, extras e o que dá mesmo margem
A avença cobre a manutenção; avarias, peças e desencarceramentos fora de horas são outra coisa. Quando tudo isso é anotado no trabalho, a faturação mensal sai sozinha e vê-se que contratos ganham dinheiro e quais se aguentam com horas oferecidas.
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Um negócio de contratos interrompido por emergências
A conservação de elevadores vende-se como calendário e entrega-se contra interrupções. O contrato promete um intervalo por aparelho; a realidade do dia é uma porta bloqueada e um passageiro fechado. Se o sistema só souber fazer uma das duas coisas, a outra perde-se.
Por isso o quadro tem de suportar ao mesmo tempo o plano anual e a emergência da manhã, e mostrar sem contas que visita programada cai quando entra um desencarceramento.
A visita que não se fez é a que se paga
Neste ofício a falha não se nota no próprio dia. Nota-se quando o administrador pede o registo do ano ou quando chega a inspeção periódica e falta junho. Nessa altura já não se recupera nada.
Um plano que vive na ficha do aparelho gera a visita, atribui-a e deixa o rasto. O que sai do intervalo aparece numa lista, e essa lista é a diferença entre um contrato renovado e uma discussão.
O histórico é metade do diagnóstico
Um elevador que para três vezes por ano pelo mesmo relé não são três avarias, é uma. Sem histórico por equipamento, três técnicos diferentes diagnosticam três vezes do zero, e a empresa paga três deslocações para a mesma conclusão.
Com as últimas visitas e as peças instaladas à frente, o técnico de piquete começa onde o anterior parou. É também a base da conversa comercial que propõe modernizar em vez de reparar mais uma vez.
Desencarceramentos, piquetes e as horas que ninguém conta
As horas de noite e de fim de semana são o custo escondido de um parque de elevadores. São prestadas porque têm de ser e depois não são contadas por aparelho, por isso o contrato que as gera parece tão rentável como o que não as gera.
Contá-las no trabalho é o que permite dizer, com números, que edifícios precisam de outro preço ou de uma modernização.
O que verificar
A ferramenta mantém o plano por aparelho e avisa do atraso? Uma emergência entra sem partir o resto do dia? O técnico leva o histórico no telemóvel? Cada visita fica assinada e datada para a inspeção?
Começar de graça
Uma empresa de duas pessoas trabalha de graça sem limite de tempo: planeamento, fichas digitais, aplicação móvel e relatórios incluídos.
Os módulos juntam-se com o parque, cada um com um período gratuito até 55 dias: faturação para avenças e extras, controlo de localização quando há várias rotas, portal do cliente quando as administrações querem ver as suas visitas.
As peças estão documentadas em separado: gestão de tarefas e despacho, aplicação móvel, fichas digitais, histórico de trabalhos, faturação e relatórios. Os preços estão na página de preços.
Perguntas frequentes
É possível manter o plano de manutenção por aparelho?
Sim. O intervalo do contrato vive na ficha do aparelho, por isso as visitas geram-se sozinhas e as que ficam em atraso aparecem numa lista antes de o administrador ou o inspetor darem por elas.
Como são tratados os desencarceramentos?
Um desencarceramento entra no quadro como emergência e vai para o técnico mais próximo com a chave certa. O que ele empurra vê-se logo, por isso o escritório sabe a quem ligar em vez de descobrir o buraco ao fim do dia.
O técnico vê o histórico do aparelho?
Modelo, tipo de manobra, acessos, últimas visitas e peças instaladas viajam no trabalho e abrem-se no telemóvel. Isso encurta o diagnóstico noturno, ou seja, exatamente quando não há ninguém no escritório para perguntar.
Serve para provar a manutenção numa inspeção?
Cada visita deixa uma lista preenchida, fotografias com data e a assinatura de quem recebeu o trabalho. O processo por aparelho reúne o ano inteiro, que é a forma da pergunta feita por um inspetor.
Funciona sem rede em casas das máquinas e caves?
A aplicação para iOS e Android guarda o trabalho, as listas e as fotografias no aparelho e sincroniza à saída, o que é a situação normal em caixas, caves e casas das máquinas.
Serve para uma pequena empresa de conservação?
Equipas de duas pessoas ou menos trabalham de graça sem limite de tempo: planeamento, fichas digitais, aplicação móvel e relatórios incluídos. Os módulos pagos juntam-se quando o parque cresce.
Quanto custa um software de manutenção de elevadores?
O plano gratuito cobre até dois colaboradores de forma permanente e acima disso o preço é por colaborador por mês. Cada módulo pago tem um período gratuito até 55 dias.
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