Escalas e registo de horas para mediadoras imobiliárias
Uma semana para consultores, cobertura de visitas e balcão, com as horas registadas onde o trabalho acontece de facto.


Cobrir escritório e rua na mesma semana
O dia de uma mediadora divide-se entre quem está fora nos imóveis e quem tem de estar à secretária quando o telefone toca. Planear os dois na mesma semana é a única forma de ver se algum deles está mesmo coberto.

Registar horas longe da secretária
Os consultores trabalham a partir dos imóveis, do carro e de casa. Picar pelo telemóvel regista as horas onde elas acontecem, que é a única versão que sobrevive a uma pergunta sobre um sábado feita três semanas depois.

Planear fins de semana e noites de propósito
O trabalho imobiliário acontece quando os clientes estão livres, o que faz das noites e dos sábados as faixas mais cheias e as mais difíceis de cobrir. Tratá-las como uma questão de cobertura própria em vez de horas extra mantém a escala honesta.

Ver para onde vão mesmo as horas da equipa
As mediadoras contam angariações, visitas e escrituras ao pormenor e as horas quase nada. Agrupar as horas registadas por função e por semana dá a outra metade do retrato de produtividade.
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Duas coisas chamadas planeamento imobiliário
A expressão costuma significar software de marcações: reservar visitas, coordenar acessos, deixar um comprador escolher um horário online. Disso tratam os portais e os CRM, e uma mediadora que precise já tem um.
O outro sentido é a equipa. Que consultores trabalham este sábado, quem está ao balcão enquanto três pessoas estão fora, quem cobriu as visitas da noite no mês passado e quanto isso custou. É uma pergunta mais pequena e o CRM quase nunca lhe responde.
O balcão e a rua
Uma mediadora tem uma tensão estrutural que poucos negócios partilham. A receita gera-se fora do escritório e os contactos entram nele, o que significa que a loja está mais vulnerável exatamente quando está mais ocupada.
Planear as duas metades na mesma semana é o que torna visível o compromisso. Três consultores fora nos imóveis numa terça à tarde são boas notícias se a receção estiver coberta e um contacto perdido se não estiver.
O fim de semana é o negócio
As visitas acontecem quando os clientes estão livres, portanto sábados e noites não são horas extra neste setor, são o horário de trabalho principal. Tratá-los como uma reflexão tardia no fundo da escala é como acabam cobertos por quem tem menos hipóteses de recusar.
Horas que não se passam a uma secretária
A maior parte do pessoal de uma mediadora passa grande parte da semana fora do escritório, e os sistemas de assiduidade tradicionais pressupõem o contrário. Um terminal na parede regista precisamente as pessoas que menos provavelmente estavam a gerar receita.
Picar pelo telemóvel corrige esse desencontro. As horas são registadas onde o trabalho acontece, guardadas contra o turno planeado e disponíveis quando alguém pergunta por um sábado específico três semanas depois. Para mediadoras que precisam de prender a picagem a um lugar, o controlo de localização existe como módulo pago separado e não como definição por omissão.
Justiça nas faixas impopulares
Todas as lojas têm a sua versão do mesmo desequilíbrio. Duas pessoas fazem a maioria dos sábados porque são as que dizem que sim, e ao fim de seis meses são as duas pessoas a pensar em sair.
Recolher a disponibilidade com antecedência e oferecer os turnos abertos a todos os elegíveis espalha essas horas sem conversa. O registo também encerra a discussão sobre se o desequilíbrio é real, que costuma ser a metade mais espinhosa.
O sábado aqui não é hora extra. É a semana.
Várias lojas, uma ficha
Quem cobre mais do que uma loja é comum e costuma acabar inscrito duas vezes, o que estraga ao mesmo tempo o recibo e o relatório de grupo. Uma ficha por pessoa com os turnos presos às localizações resolve as duas coisas.
A metade da produtividade que ninguém mede
As mediadoras contam angariações, visitas, propostas e escrituras ao pormenor. As horas contam-se por alto ou nem isso, o que deixa a conversa sobre produtividade coxa: mostra quem produziu resultados mas não o que foi preciso para os produzir.
Horas por pessoa e por função, lidas contra a atividade que a mediadora já acompanha, é o que fecha essa distância.
Começar pequeno
O Shifton é gratuito até 10 pessoas sem limite de tempo, o que cobre uma única loja. O planeamento, a picagem base, a aplicação móvel e os relatórios estão incluídos, e os módulos acrescentam-se um a um a partir de 0,50 dólares por colaborador por mês com um teste até 60 dias.
Perguntas frequentes
Isto marca visitas a imóveis?
Não. O Shifton escala a equipa, não as marcações. Organiza quem trabalha, regista as horas e trata das ausências. As visitas continuam no CRM ou no portal que a mediadora já usa.
Posso planear a cobertura de escritório e os consultores da rua em conjunto?
Sim. Ambos ficam na mesma semana com as funções a mantê-los distintos, por isso a chefia vê num relance se o balcão está coberto enquanto três pessoas estão fora nos imóveis.
Como registam os consultores as horas quando não estão no escritório?
A picagem funciona pela aplicação móvel ou por um navegador, por isso as horas são registadas onde o trabalho acontece. O controlo de localização, que prende a picagem a um lugar, está disponível como módulo pago separado.
Conseguimos repartir com justiça sábados e noites?
A equipa marca as noites e os fins de semana em que pode trabalhar antes de a escala ser montada, e os turnos abertos são oferecidos a todos os elegíveis em vez de a quem responde primeiro, o que espalha as faixas impopulares de forma mais justa.
Funciona para uma mediadora com várias lojas?
Sim. Cada balcão é uma localização própria e o consultor que roda entre dois mantém uma única ficha. Os relatórios podem ser lidos por balcão ou por toda a mediadora.
Existe um plano gratuito para uma única agência?
Até 10 pessoas o Shifton não custa nada e não tem prazo, o que chega para uma única agência: a escala, o ponto básico, a aplicação móvel e os relatórios. Os módulos pagos entram a partir de 0,50 dólares por colaborador por mês, cada um com até 60 dias de teste.
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