Software de escalas para o comércio independente
Uma escala que o dono consegue montar entre clientes, publicada em cada telemóvel, com as horas registadas à medida que acontecem.


Montá-la entre clientes
Numa loja independente quem escreve a escala também atende. A ferramenta tem de ser rápida o suficiente para se usar nos intervalos: uma semana guardada, dois retoques, publicar.

Cobrir uma falta pelo telemóvel
Uma loja pequena não tem banco. Quando alguém não pode vir, a resposta está normalmente em três pessoas, e o caminho mais rápido até elas é um aviso e não uma ronda de telefonemas.

Guardar as horas sem folha de papel
Picar pelo telemóvel põe as horas no sistema no próprio dia. O turno planeado e o trabalhado ficam juntos, que é tudo o que o processamento salarial precisa e tudo o que uma discussão alguma vez pede.

Ver quanto custou a semana
Os salários são o maior custo controlável da maioria das lojas pequenas e normalmente o menos examinado. Um número semanal por pessoa e por dia chega para detetar os dois ou três hábitos que saem caros em silêncio.
Comece com o plano gratuito
Sem limite de tempo. Obtenha acesso total às funcionalidades essenciais e faça upgrade quando estiver pronto.
O problema da escala numa loja pequena
O comércio independente tem um problema de planeamento que as grandes cadeias não têm: quem planeia não tem tempo para planear. Está ao balcão, está a fazer encomendas, e a escala acaba escrita ao domingo à noite num caderno porque é a única hora calma disponível.
Tudo o resto vem daí. A escala vive num sítio só, normalmente uma parede ou uma fotografia no telemóvel. As alterações são faladas. As horas são lembradas. E o sistema inteiro funciona bem até faltarem duas pessoas na mesma semana.
A velocidade é a funcionalidade
Para uma loja com quatro pessoas, a sofisticação do motor de planeamento é irrelevante. O que conta é quanto tempo leva a produzir a semana seguinte e com que fiabilidade ela chega a toda a gente.
Um modelo guardado responde à primeira parte. Quase todas as lojas pequenas repetem a mesma forma de semana com pequenos retoques, por isso o fluxo honesto é montar a semana boa uma vez, aplicá-la para a frente e mudar as duas ou três coisas que diferem.
Vinte minutos, não duas horas.
Publicar ganha a dizer
Uma alteração dita à terça é uma falta ao sábado. Publicar nos telemóveis com confirmação de leitura é o conserto mais pequeno possível: o dono vê quem abriu a semana e vai atrás da única pessoa que não abriu, em vez de supor.
Sem banco, sem folga
Uma loja com quatro pessoas não tem capacidade sobrante por definição. Quando alguém não pode vir, as opções são conhecidas, poucas e quase sempre os mesmos três nomes, e é exatamente por isso que a ronda de telefonemas parece suficiente.
A razão para a substituir não é só a velocidade. É que um aviso a todos os que podem fazer o turno chega à pessoa que está livre mas a quem nunca perguntam, e ao longo de alguns meses isso espalha as horas extra em vez de as concentrar em quem responde primeiro.
Horas sem papel
As lojas pequenas raramente têm uma discussão salarial, até ao dia em que têm. O gatilho habitual é um turno em que alguém ficou até tarde e ninguém apontou, ou uma pausa que foi feita e não registada. São ambas quantias pequenas e nenhuma é verdadeiramente sobre dinheiro.
Registar entrada e saída no próprio dia, com as pausas à parte, elimina por completo essa categoria de discussão, e não é preciso nada além de um telemóvel. Não há terminal para comprar nem nada para instalar na loja.
O tempo parcial e as outras vidas
As lojas pequenas funcionam com gente que tem outros compromissos: estudantes, pais e mães, alguém com um segundo emprego. Deixá-los marcar a disponibilidade antes de a escala ser montada evita a ronda de pedidos que de outro modo se segue à publicação, e faz o dono parecer organizado em vez de inflexível.
O custo que ninguém olha
Os salários são normalmente o maior custo controlável de uma loja pequena e aquele que menos vezes se examina, porque o número só aparece uma vez por mês e nessa altura a semana já passou.
Um total semanal por pessoa e por dia chega para expor os dois hábitos que mais custam: dobrar as manhãs calmas por precaução, e um turno de fecho que se alonga um quarto de hora todos os dias porque foi planeado ao minuto em que a porta fecha.
Quanto custa
O Shifton é gratuito até 10 pessoas sem limite de tempo e sem cartão, o que cobre por inteiro a maioria das lojas independentes. O planeamento, a picagem base, a aplicação móvel, escalas e localizações ilimitadas e os relatórios estão todos incluídos. Para além disso, os módulos acrescentam-se um a um a partir de 0,50 dólares por colaborador por mês com um teste até 60 dias em cada um.
Perguntas frequentes
Serve para uma loja com três ou quatro pessoas?
Sim. O plano gratuito cobre até 10 pessoas sem limite de tempo, e não há nada a configurar além de acrescentar a equipa e montar a primeira semana.
Quanto tempo leva a montar a primeira escala?
A primeira leva o tempo que normalmente leva escrevê-la. Depois fica guardada como modelo, por isso as semanas seguintes são retoques e não reconstruções.
A equipa consegue ver os turnos nos próprios telemóveis?
Sim, pela aplicação para iOS e Android. A confirmação de leitura mostra ao dono quem abriu a semana publicada e quem não abriu.
Duas pessoas podem trocar um turno sem me perguntarem primeiro?
Podem combinar entre elas, mas a alteração só entra em vigor depois de aprovada. A escala publicada nunca muda sem o dono concordar.
É preciso um terminal ou um leitor de cartões para picar?
Não. A picagem base funciona pela aplicação móvel ou por um navegador em qualquer dispositivo. Não é preciso instalar nada na loja.
Quanto custa quando passarmos das dez pessoas?
Os módulos pagos começam em 0,50 dólares por colaborador por mês e escolhem-se um a um em vez de virem em pacote, cada um com um teste até 60 dias.
Escreva a próxima semana uma só vez
Grátis até 10 pessoas, com um modelo guardado, coberturas que se fecham pelo telemóvel e horas que pode entregar aos salários.





