Software de aluguer de contentores para entregas e trocas
Entregas, trocas e recolhas num só quadro, com o contentor, a fotografia da colocação e o peso de descarga no trabalho.


O dia é feito de entregas, trocas e recolhas
Um dia de contentores é uma sequência de movimentos, e cada um depende de o camião estar vazio ou carregado no momento certo. Planeado como uma lista de marcações, falha em silêncio: o motorista chega para uma troca com um contentor já em cima. Planeado como rota de movimentos, tendo em conta o estado do camião, aguenta.

Saber onde está cada contentor
A pergunta mais cara deste negócio é onde estão os contentores. Um contentor parado numa obra terminada há três semanas é capital parado e receita que ninguém faturou. Ligar cada contentor ao trabalho que o colocou responde à pergunta sem uma ronda de chamadas.
Acesso, fotografias e a discussão poupada
As disputas de colocação são o atrito habitual do ofício: um acesso danificado, um contentor deixado onde o cliente diz não o ter pedido, uma obra a que o camião não chegou. Uma fotografia tirada na entrega, anexada ao trabalho, encerra a maioria antes de começarem.

Pesos, descarga e uma fatura que bate certo
A fatura vem de um período de aluguer, um peso e por vezes um acréscimo pelo conteúdo. Os três surgem em momentos diferentes do dia, e os três pertencem ao trabalho para que a fatura seja aritmética e não reconstituição.
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Um negócio feito de movimentos
O aluguer de contentores não é um negócio de marcações, é um negócio de movimentos. Cada trabalho é um contentor que vai para algum lado ou que volta, e a restrição é que um camião leva um de cada vez. Software construído à volta de marcações falha isto por completo, e é assim que os motoristas acabam agendados para recolher um contentor já carregados.
Modelar entregas, trocas e recolhas como movimentos distintos, pela ordem da rota, é a diferença entre um plano que sobrevive ao contacto com o dia e um plano reconstruído ao telefone a partir das nove da manhã.
Os contentores são o capital
Os contentores são o balanço. Um contentor que fica mais duas semanas numa obra terminada é um activo que não rende nada, e na maioria dos casos esses dias extra nunca são faturados porque ninguém sabe há quanto tempo ele lá está.
Ligar cada contentor ao trabalho que o colocou transforma isso num relatório. Os contentores fora do prazo aparecem numa lista, e essa lista é ou uma chamada ao cliente ou uma fatura, e ambas são melhores do que o contentor a desaparecer discretamente num pátio atrás de um armazém de materiais.
A fotografia da entrega
Acessos danificados, contentores deixados onde o cliente diz não os ter pedido e acessos que se revelaram impossíveis são as disputas permanentes do ofício. Todas se decidem pelo aspecto que a obra tinha no momento em que o contentor ficou lá.
Uma fotografia tirada na entrega, anexada ao trabalho com data e hora, custa meio minuto ao motorista e resolve quase todas essas conversas na primeira mensagem. Sem ela, a memória do cliente e a sua são igualmente sinceras e completamente diferentes.
Pesos, talões e onde a fatura se parte
A fatura tem três partes: o transporte, o período de aluguer e o peso. Surgem em três momentos diferentes e, em muitas empresas, em três papéis diferentes. A fatura é depois montada ao fim de semana com talões, memória e um calendário, e por isso as disputas são frequentes e alguns transportes nunca chegam a ser faturados.
Registar o talão de pesagem e o destino de descarga no trabalho enquanto acontece torna a fatura aritmética. Também produz os dados que respondem à pergunta mais difícil: que tamanhos de contentor e que tipos de cliente dão mesmo dinheiro.
Pedidos no próprio dia
As recolhas urgentes são bom negócio e são também a forma como uma rota se desfaz. O valor de um quadro em tempo real é o escritório poder ver o que aceitar custa ao resto do dia antes de dizer que sim, em vez de prometer uma hora e descobrir depois que tirou a janela a outros dois clientes.
O que verificar
A ferramenta entende a troca como dois movimentos? Sabe dizer onde está cada contentor e há quanto tempo? Um motorista consegue fotografar uma colocação em segundos sem rede? A fatura pode construir-se a partir de movimentos, pesos e dias de aluguer?
Começar de graça
Um pequeno operador com um camião trabalha de graça sem limite de tempo: planeamento, fichas digitais, aplicação móvel e relatórios incluídos.
Os módulos juntam-se à medida que a frota cresce, cada um com um período gratuito até 55 dias: faturação para cobrar a partir dos movimentos, controlo de localização quando há mais do que um camião na rua, portal do cliente quando as construtoras querem encomendar e seguir os seus contentores.
As peças estão documentadas em separado: gestão de tarefas e despacho, aplicação móvel, fichas digitais, histórico de trabalhos, faturação e relatórios. Os preços estão na página de preços.
Perguntas frequentes
É possível planear entregas, trocas e recolhas como trabalhos distintos?
Sim. Cada movimento é o seu próprio trabalho na rota, por isso uma troca entende-se como uma recolha mais uma entrega em vez de uma única marcação. É isso que evita que um motorista seja mandado recolher um contentor com um cheio já em cima.
Como sabemos onde está cada contentor?
Cada contentor fica registado no trabalho que o colocou, com a data. Os dias em obra contam-se desde esse registo, por isso os contentores fora do prazo aparecem em vez de serem descobertos quando alguém repara que falta um no estaleiro.
Os motoristas podem fotografar a colocação?
Uma fotografia tirada na entrega é anexada ao trabalho com data e hora, junto com as notas de acesso. Isso resolve de imediato a maioria das disputas de colocação e danos, que neste ofício são uma categoria frequente e cara.
A aplicação funciona nos pontos de recolha sem rede?
A aplicação para iOS e Android guarda o trabalho, a lista e as fotografias no aparelho e sincroniza quando a rede voltar, por isso obras rurais e industriais ficam documentadas normalmente.
É possível registar pesos e descarga?
O talão de pesagem e o destino de descarga são registados no trabalho, o que significa que a fatura se constrói a partir do período de aluguer, do transporte e do peso em vez de ser montada ao fim de semana com talões deixados na cabina.
Serve para um pequeno operador com poucos contentores?
Equipas de duas pessoas ou menos trabalham de graça sem limite de tempo: planeamento, fichas digitais, aplicação móvel e relatórios incluídos. Os módulos pagos como faturação e controlo de localização juntam-se quando a frota cresce.
Quanto custa um software de aluguer de contentores?
O plano gratuito cobre até dois colaboradores de forma permanente e acima disso o preço é por colaborador por mês. Cada módulo pago tem um período gratuito até 55 dias, suficiente para um trimestre inteiro de transportes.
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